O FISIOTERAPEUTA

FORA DA CURVA

RESUMO

NÃO SABEMOS EMPREENDER

Na faculdade, estudamos para ser fisioterapeutas e não empreendedores, sendo essa uma das maiores dificuldades do profissional recém-formado, ou seja, ocupar um local no mercado de trabalho.

Aqueles que não conseguem se posicionar no mercado de trabalho de forma independente, em regra, trabalham em clínicas com grande rotatividade de pacientes e/ou são direcionados para atendimentos domiciliares, os quais são, em grande proporção, remunerados pelos convênios médicos.

A dependência de convênios, os quais remuneram indignamente os profissionais, atrelada aos vultosos encargos tributários, além da obrigatoriedade de seguir protocolos acadêmicos desestimulam o investimento na carreira. O fisioterapeuta sequer tem tempo disponível para se dedicar ao auto aprimoramento, tornando-se escravo de si mesmo. Como mudar isso?  A explicação está nesse artigo, então, leia-o até o final!

O CAMINHO MAIS FÁCIL 

Ao concluir a formação acadêmica, o horizonte profissional se limita às técnicas e procedimentos oferecidos durante a graduação.

Os caminhos e dificuldades enfrentados pelos recém-formados são muito similares: uns tentam ingressar na vida acadêmica, outros montam suas clínicas, muitos exercem sua profissão como empregados em clínicas de fisioterapia, empresas privadas, hospitais.  Outra opção bastante empreendidas são as tentativas nos concursos públicos, enfim, todos buscam incessantemente alcançar o desenvolvimento financeiro e profissional.

Entretanto, a realidade tem mostrado que muitos profissionais de grande talento não conseguem se estabelecer no concorrido mercado de trabalho como profissional liberal ou autônomo, de forma independente e promissora, mas após anos prestando seus serviços à comunidade, continuam dependentes dos planos de saúde, ou prestam seus serviços sem vínculo empregatício, mas através de contratações irregulares, em que o profissional é remunerado, não pela qualidade de seu trabalho ou resultados, mas pela quantidade de pacientes atendidos, o que prejudica a qualidade do serviço prestado.

FISIOTERAPEUTA NA PANDEMIA

Com o início da pandemia de COVID-19, os fisioterapeutas foram profundamente afetados, em decorrência da drástica diminuição dos atendimentos em clínicas e domicílios. O reduzido número de pacientes que deu continuidade a seus tratamentos, em grande maioria, são atendidos através de convênios, os quais pouco remuneram seus profissionais, o que agravou a crise financeira do setor.

POSSIBILIDADES X SOBREVIVÊNCIA

Enquanto muitos fisioterapeutas reduziram seus ganhos por consequência das restrições sanitárias impostas pela pandemia, outros triplicaram seus ganhos porque tinham algo a mais a oferecer.

Diversamente do perfil majoritário de fisioterapeutas que atuam de forma convencional e acadêmica no mercado, muitos profissionais decidiram aprimorar seu trabalho através do método  “A.I.DOR, e encontraram um nicho profissional que lhes presentearam com melhores resultados e, consequentemente, aumento da demanda.

O aprendizado de novas técnicas diferenciou o profissional no mercado de trabalho, ampliou as possibilidades de atendimento, e consequentemente, resultou em melhores ganhos financeiros que se mantiveram estáveis, mesmo durante a pandemia, enquanto muitas clínicas de fisioterapia se esvaziavam.

A DECISÃO DE FAZER DIFERENTE

O Fisioterapeuta tem em suas mãos um mundo de possibilidades, mas dificilmente consegue percebê-las, o que é compreensível, pois a mente ainda permanece longos períodos de tempo limitada à grade curricular acadêmica. 

Com o passar do tempo e a rotina árdua de trabalho, o fisioterapeuta perde aquela garra que tinha quando era aluno, pois as exigências pessoais e familiares o obrigam a focar exclusivamente nas questões financeiras da profissão, minando seus melhores esforços, os quais deveriam focar na qualidade de seu trabalho e em seu desenvolvimento e qualificação profissional.

A questão que todo profissional deveria se perguntar é: E se o convênio não cobrir os custos de meus pacientes?  E se a clínica que trabalho encerrar suas atividades? E se for demitido? Enquanto profissional, quais capacidades desenvolvi para me diferenciar e me manter no mercado? Meus ganhos superam os gastos? Seria prudente aguardar a diminuição dos pacientes ou possível demissão para iniciar a preparação para a recolocação no mercado?  

O DIFERENCIAL DO FISIOTERAPEUTA “FORA DA CURVA”

Não avalia o restabelecimento do paciente pela quantidade de sessões ou técnicas utilizadas, mas foca no resultado que é possível proporcionar;

Utiliza técnicas diferenciadas daquelas limitadas à grade curricular oferecida nas faculdades de Fisioterapia, as quais trabalham o paciente de forma holística, ou seja, em sua integralidade, sem se fixar apenas na questão patológica enfrentada no momento do atendimento, mas trata o ser humano de forma integral, a fim de que os resultados sejam mais evidentes e duradouros, não só no corpo físico, mas de forma abrangente, emocional e espiritualmente.

AQUELES QUE TENTAM FAZER O MELHOR ACABAM DESISTINDO

Muitos fisioterapeutas fazem pós-graduações e cursos de aperfeiçoamento tendo como objetivo oferecer o melhor tratamento para seus pacientes. Todavia, a maioria dos cursos presentes no mercado não diferencia o profissional perante os demais. Outra questão relevante é a impossibilidade de apresentar técnicas inovadoras a seus pacientes, se o profissional trabalha para terceiros, e não alcançou sua independência profissional, o que é desestimulante.

A FERRAMENTA PARA MUDANÇA

https://fisioterapeutaforadacurva.com.br/ebook-a-i-dor/O primeiro passo é se perguntar se quer realmente mudar seus atendimentos e sua proposta profissional. O segundo passo é compreender que, após a tomada de decisão,  seu olhar profissional não será mais o mesmo.

Para alguns, a mudança poderá ser imediata, para outros, poderá levar mais um pouco tempo porém essa mudança será inevitável.

 A proposta desse artigo é fazer com que você dê   o primeiro  passo.

As ferramentas para essa mudança estão aqui, como ponto de partida para dar início a uma nova jornada, relativamente curta,  se  a decisão for tomada Agora!  

Ser um  FISIOTERAPEUTA FORA DA CURVA nada mais é do que escolher um estilo de vida que faz bem e traz muito benefícios para nós,  nossos pacientes e nossa família.

 

E-BOOK A.I.DOR

Se você chegou até aqui é sinal que você leu todo o artigo e é por isso que eu decidi liberar para venda o E-BOOK A.I.DOR que é a base da metodologia que fez com que muitos profissionais mantivessem seu ganhos durante a pandemia. 
Esse E-BOOK é o primeiro passo para você se tornar o profissional que você sempre sonhou. 

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